Pergunta filosófica do dia:
“‘Bem’ e ‘Justiça’ são a mesma coisa?”
Pergunta filosófica do dia:
“‘Bem’ e ‘Justiça’ são a mesma coisa?”
Porque injeção de ânimo profissional às vezes vai bem, né?
Olha só que patético: cá estou eu com um notebook novinho em folha. Ele mais parece um avião de tão potente que é.]
E eu nem consigo achar todas as porcarias das pontuações e dos acentos.
Que merda.
Eu fico perdido sem ela.
- Eu mesmo posso não acreditar nisso, mas quando sei do que estou falando, sou um orador bom pra caralho. Fato comprovado por todos os meus colegas de sala.
- O que eu acredito bastante é que o salário que eu recebo deva ser diretamente proporcional ao tanto que eu trabalho. Ha Ha.
- Uma das minhas professoras do colégio, carinhosamente apelidade de Estrela da Morte, dado que era possível tirar o raio dela, tinha razão: o dia deveria ter mais horas. Acrescento: mais horas pra se dormir.
- Eu quero a cabeça de quem inventou hiatos de seriados de TV num espeto.
E é basicamente isso por hora.
Textos mais elaborados? É como diz o balconista da padaria:
Tem, mais acabou [pelo menos por enquanto]
Forças maiores que eu ordenaram que não atualizasse hoje.
Então deixo aqui, atualizado pero no mucho, só pra fazer número.
Descansarei, pois!
Ta-ta!
Eu secretamente me gabo de andar rápido.
Lançar minhas pernas grandes uma atrás da outra, cobrindo uma larga área geográfica e em ritmo acelerado e compassado, deixando todo mundo na rua pra trás. Eu aposto corrida com os transeuntes, e eles nem sabem disso.
Quando eu ando sozinho é que esse potencial se expõe ao máximo, porém. Motivado geralmente pelo ônibus que está para passar e me levar ao trabalho, ou o outro ônibus que (nem sempre) está esperando no terminal para voltar pra casa tarde da noite, eu exibo minha marcha essencialmente troglodita e faço o maior trajeto no menor tempo (que me é) possível.
Andar acompanhado é outro papo. Seja acompanhado de minha querida mãe, de um amigo com problema nas costas ou da mulher da minha vida – que por ser nada troglodita, não compartilha do meu gosto pelo extreme walking – prefiro me conter. Não por restrição física ou obrigação moral, pela simples vontade de estar sincronizado com pessoas com as quais vale a pena se sincronizar.
Concluo, então, que a vida é assim mesmo. Uma das raras graças desse suposto trajeto de merda é encontar pessoas que façam a gente dar mais importância à viagem do que ao ponto de destino, e não se importar de demorar um pouco mais a chegar. Veja: a viagem vai ser tão boa do lado dessas pessoas que a gente não vai dar a mínima se ela for longa.
O lugar onde se chega é mera conseqüência da viagem que se faz. Melhor então que essa viagem seja agradável, sim?
Lembrem-se: destino é conseqüência.
I love it when we’re cruising together.