Arquivo da categoria ‘Uncategorized’

Ou não ser

23 Junho, 2008

Pergunta filosófica do dia:

“‘Bem’ e ‘Justiça’ são a mesma coisa?”

Power Up

22 Junho, 2008

Porque injeção de ânimo profissional às vezes vai bem, né?

Impotência, entende

1 Março, 2008

Olha só que patético: cá estou eu com um notebook novinho em folha. Ele mais parece um avião de tão potente que é.]

E eu nem consigo achar todas as porcarias das pontuações e dos acentos.

Que merda.

É oficial

21 Janeiro, 2008

Eu fico perdido sem ela.

Quickies

6 Novembro, 2007

- Eu mesmo posso não acreditar nisso, mas quando sei do que estou falando, sou um orador bom pra caralho. Fato comprovado por todos os meus colegas de sala.

- O que eu acredito bastante é que o salário que eu recebo deva ser diretamente proporcional ao tanto que eu trabalho. Ha Ha.

- Uma das minhas professoras do colégio, carinhosamente apelidade de Estrela da Morte, dado que era possível tirar o raio dela, tinha razão: o dia deveria ter mais horas. Acrescento: mais horas pra se dormir.

- Eu quero a cabeça de quem inventou hiatos de seriados de TV num espeto.

E é basicamente isso por hora.

Textos mais elaborados? É como diz o balconista da padaria:
Tem, mais acabou [pelo menos por enquanto]

Ministério da Saúde adverte

29 Setembro, 2007

Forças maiores que eu ordenaram que não atualizasse hoje.
Então deixo aqui, atualizado pero no mucho, só pra fazer número.

Descansarei, pois!

Ta-ta!

No use for inspiration

26 Setembro, 2007

Eu secretamente me gabo de andar rápido.

Lançar minhas pernas grandes uma atrás da outra, cobrindo uma larga área geográfica e em ritmo acelerado e compassado, deixando todo mundo na rua pra trás. Eu aposto corrida com os transeuntes, e eles nem sabem disso.

Quando eu ando sozinho é que esse potencial se expõe ao máximo, porém. Motivado geralmente pelo ônibus que está para passar e me levar ao trabalho,  ou o outro ônibus que (nem sempre) está esperando no terminal para voltar pra casa tarde da noite, eu exibo minha marcha essencialmente troglodita e faço o maior trajeto no menor tempo (que me é) possível.

Andar acompanhado é outro papo. Seja acompanhado de minha querida mãe, de um amigo com problema nas costas ou da mulher da minha vida – que por ser nada troglodita, não compartilha do meu gosto pelo extreme walking – prefiro me conter. Não por restrição física ou obrigação moral, pela simples vontade de estar sincronizado com pessoas com as quais vale a pena se sincronizar.

Concluo, então, que a vida é assim mesmo. Uma das raras graças desse suposto trajeto de merda é encontar pessoas que façam a gente dar mais importância à viagem do que ao ponto de destino, e não se importar de demorar um pouco mais a chegar. Veja: a viagem vai ser tão boa do lado dessas pessoas que a gente não vai dar a mínima se ela for longa.

O lugar onde se chega é mera conseqüência da viagem que se faz. Melhor então que essa viagem seja agradável, sim?

Lembrem-se: destino é conseqüência.

I love it when we’re cruising together.