Arquivo da categoria ‘Enrolação’

Scene

10 Julho, 2008

“Stop it”
“Why?”
“‘Cause if you don’t, I’m gonna have to punch you in the face, and none of us would enjoy that now would we?”
“But-”
“I would, actually. But only in the beginning. I’ll probably start to feel a little guilty afterwards. Oh well”

Malditos pernilongos

18 Janeiro, 2008

Como daqui a pouco esse blog já estará tão abandonado quanto o meu desde-o-início-fadado-ao-fracasso Livejournal (cujo endereço não postarei aqui para não estimular a concorrência contra mim mesmo), vamos então a uma atualização.

A verdade é que dormir, na maioria das vezes, é mais divertido do que pensar e escrever.

Ok, na verdade não é.

É que o ato de dormir motivado pela necessidade sumária de dormir é uma tentação de proporções bíblicas. A diferença está no castigo: ao invés de ser chutado para fora do paraíso e condenado a  viver sem moleza (veja que isso todo mundo por aqui já tira de letra),  a pior punição divina possível para quem quer dormir é a combinação de pernilongos e calor.

Outro dia Deus decidiu que eu estava confortável demais e resolveu mandar uma dessas mini-pragas. Obviamente, no meio da noite, foi inevitável acordar me coçando e amaldiçoando todas as gerações da Família Culicidae. Vocês não imaginam qual foi o meu prazer ao levantar, acender a luz do quarto, ver que a criatura estava na porta do meu armário, esmagá-la com a minha mão e ver que o meu pobre sanguinho estava ainda intacto dentro dela.

Take that you fucker.

Yay

22 Outubro, 2007

E tudo ficou bem, no final das contas =)

Adendo: Tropa de Elite é foda, mas disso eu falo depois.

Sorry

4 Outubro, 2007

Não pensei em nada pra escrever hoje.
Pendura essa, campeão?

Understand

2 Outubro, 2007

Volto depois dessa curta folga para dizer que ainda não tenho bem um assunto pra tratar aqui com todos vocês. E não é como se em algum momento eu tivesse tido.

Por sorte, durante o jantar de hoje, minha patroa sugeriu que eu discorresse sobre alguns temas randômicos que escolheu no momento. Talvez eu não lembre de todos eles – e peço desculpas à ela desde já – mas recordo-me seguramente de quatro: bexigas, cores,  paredes e lixo. Vamos ver então, o que conseguimos extrair deles.

Bexigas: Eu gosto de bexigas.  Gosto mais daquelas coloridas e bem cheias, de festa de criança. Sempre tive uma admiração secreta por aquelas pessoas que fazer esculturas com bexigas, apesar de no final de contas ser tudo uma grande balela. E confesso-lhes em um momento extremamente pessoal: nunca ganhei uma dessas dos meus pais.

Cores: Eu gosto de cores. Gosto de verde, e gosto de roxo. Gosto do contraste entre o azul e o amarelo (gosto que descobri pela primeira vez vendo uma pixação em amarelo numa parede azul-turquesa perto da minha antiga casa), e também gosto do contraste entre o azul e o preto. Eu gosto de preto, também. Gosto de laranja, acho uma cor divertida – mas não sei se usaria roupas assim. Talvez usase. Não sei se gosto muito de branco (acho uma cor muito apagada em comparação às outras, apesar dela ser a soma de todas as outras). Minha dama diz que eu fico bem de vermelho. Tenho minhas dúvidas. Usem protetor solar etc.

Paredes: Eu gosto de paredes. Elas são construções humanas extremamente, extremamente úteis. Principalmente quando você não quer que os seus vizinhos veja que você está andando pelado pela casa.

Lixo: Eu gosto de… Espera, eu não gosto de lixo. Na verdade, fico bem fulo da vida quando vejo gente jogando lixo no chão. Aposto um braço e uma perna que é o tipo de gente que depois fica se perguntando o por que de ter enchentes na cidade – ou do por que ela acaba de ter sua casa lavada por uma. Aposto. E ainda há teorias de que pum e arroto aumentam o buraco na camada de ozônio. É mole?

Acho que me safei bem.

No use for names, too

28 Setembro, 2007

E vejam só que merda: o blog não tem nem uma semana de vida, e eis que lhes apresento o primeiro post vazio de sua história.

Minha comparsa até me sugeriu um tema para o post de hoje – transportes públicos. Mas com eles eu já me irrito demais durante o dia, então não ía ter nada de realmente educado ou construtivos pra falar sobre eles aqui. Só como as pessoas que pegam ônibus por aqui são educadinhas pra cacete. Se eu fosse Holden Caulfield, diria que são “uns príncipes”.

Aliás, pegar ônibus pra ir pro trabalho de manhã me rende a minha meia hora de ódio de todas as manhãs. Todo dia tenho cerca de trinta minutos para despejar todo o meu ódio pelas pessoas educadinhas. Desse jeito, ter de correr atrás do ônibus pra não ter que esperar quase meia hora por outro parece até gostoso.

Quem mandou não votar no cara do aerotrem? Toma.

E como deus é pai, não padastro como algumas correntes teológicas podem sugerir, amanhã é sexta-feira. “Alegria, alegria”, como diria o antológico miskoto. Quero mais é que essa semana acabe pra eu poder dormir.

Então taí. Boa noite e boa sorte.